Uma casa feita com amor, segurança, aconchego e responsabilidade. É assim que a casa de Apoio da Associação Colorindo a Vida cuida e dá condições para que crianças e adolescentes que fazem tratamentos contra o câncer tenham uma recuperação com um pouco mais de amor.A Associação “Colorindo a Vida” foi criada em 2007 por sugestão de dirigentes do Instituto Ronald McDonald (IRM), braço social da Rede McDonald, que se destina a dar apoio à instituições que trabalham o combate ao câncer de crianças e adolescentes. Inaugurada, a sede se tornou em junho do ano passado a quinta Casa Ronald McDonald no Brasil. A instituição foi licenciada para receber uma certificação internacional da Ronald McDonald House Charities – RMHC, passando a fazer parte do programa de âmbito mundial, que visa oferecer “uma casa longe de casa” a jovens pacientes em tratamento longe de suas cidades de origem e seus familiares.
Em visita ao Hospital Ophir Loyola (HOL), em Belém, para acompanhamento de obras realizadas com recursos da Campanha McDia Feliz (que ocorre todos os anos no mês de agosto), e verificando que o HOL já estava com uma pequena infraestrutura na área de Pediatria, pois já haviam ajudado a construir-equipar a Quimioterapia Infantil; e constatando ainda que o Governo do Estado do Pará estava iniciando a construção de um Hospital de Oncologia Pediátrica, o instituto Ronald concluiu que a maior necessidade, no momento, era melhorar a área de acolhimento dos pacientes – crianças e adolescentes, vindos do interior do Estado, e que precisavam ficar em Belém, principalmente para fazer quimioterapia e/ou radioterapia. E vendo esta necessidade, surgiu a casa de apoio da Associação “Colorindo a Vida”.
A Associação tem como objetivo “colorir a vida” de crianças e adolescentes com câncer em tratamento no HOL, “as crianças necessitam de melhores condições de vida, de melhoria da autoimagem e autoestima e dos familiares para enfrentar a doença em busca de cura. A associação incentiva a procura por exames médicos para diagnosticar o mais cedo possível a doença. Quanto mais cedo se diagnosticar, mais chances de cura as crianças e adolescentes têm. Essas chances chegam de 80 a 90 por cento”, afirma a diretora presidente da associação, Dyrce Maria Koury, afirmando ainda que “a população alvo é formada pela comunidade em geral, através das Campanhas Educativas e, em especial, para o acolhimento, às crianças e adolescentes com câncer do interior do Estado, com um acompanhante cada, em tratamento oncológico no HOL. Estes são de famílias muito carentes de nível sócio-econômico-cultural muito baixo, que de fato precisam, além de tratamento um acolhimento”.
(Diário do Pará)
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