Hoje (19) encerra o prazo pedido pela Marinha Brasileira ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNit) para analisar os dois projetos executivos de derrocamento do Pedral do Lourenço, no Rio Tocantins.
Após a entrega do relatório, o DNit vai dizer qual será o projeto utilizado para proceder a derrocagem e dragagem do canal de navegação.
Um projeto foi elaborado pela Mineradora Vale e o outro pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Após a definição sobre qual é o mais viável, o DNit fará o licenciamento para colocar o projeto em prática. Isso será feito com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal.
Nesse espaço de tempo, o secretário municipal de Indústria e Comércio de Marabá, Ítalo Ipojucan, disse que vai tentar agendar duas reuniões. A primeira com o presidente do DNit, Jorge Fraxe, e a segunda com o presidente da Empresa de Planejamento de Logística (EPL), do governo federal, Bernardo Figueiredo, para debater o projeto com os representantes do setor produtivo e lideranças políticas do sul e sudeste do Pará, que são diretamente interessados no derrocamento. “Ao receber a posição da Marinha e do general (Jorge Fraxe), vamos conversar também com o Bernardo Figueiredo, que é encarregado de coordenar as ações de logísticas do Brasil, nos setores rodoviário, ferroviário e hidroviário”, explica Ítalo Ipojucan.
O derrocamento de 45 km do Pedral do Lourenço, na altura do município de Itupiranga, é fundamental para abertura da Hidrovia do Tocantins, que servirá de elo entre o Centro-Oeste e o litoral brasileiro e vai permitir transportar a produção do Pará a custos muito mais baratos.
(Diário do Pará)
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