Na próxima segunda-feira, está oficialmente marcado o início das férias escolares e o veraneio, com isso a procura pelo principais produtos da época aumentam. Roupas (biquínis, maiôs, sungas, saídas de praia); bronzeadores e acessórios (óculos, bolsas e sandálias de praia), já estão nas vitrines das lojas.
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgou nesta sexta-feira (28), pesquisa realizada nos preços dos produtos que fazem a chamada ‘Moda Praia’. O estudo foi realiado durante esta semana, nos shoppings, magazines e mercado popular de Belém.
Em comparação com os preços médios do mesmo período do ano passado, houve alta generalizada, com reajustes superiores a inflação estimada em torno de 7% para os últimos 12 meses. Os reajustes variam de local e do tipo de produto e em alguns casos chegam a 15%. O vestuário (biquínis, sungas, maiôs, saídas de praias e shorts), tiveram reajustes superiores a inflação dos últimos 12 meses estimada em torno de 7%. Os biquínis, por exemplo, podem ser encontrados com preços variando entre R$ 15,00 e R$ 40,00, no mercado popular.
Nas grandes lojas do comércio da capital, os biquínis podem ser encontrados com preços entre R$ 40,00 e R$ 300,00. Os maiôs seguem o mesmo comportamento, com preços que variam entre R$ 40,00 e R$ 260,00. Já as sungas masculinas, podem ser encontradas com preços que variam entre R$ 15,00 a R$ 25,00, no mercado popular e de R$ 30,00 a R$ 130,00 nas lojas mais sofisticadas. As saídas de praias, variam entre R$ 20,00 a R$ 80,00.
Os acessórios como bolsas, sandálias e óculos de praia também estão mais caros. As sandálias, por exemplo, podem custar entre R$ 9,00 a R$ 40,00. As bolsas plásticas entre R$ 12,00 a R$ 50,00.
Os óculos de praia ou esportivos podem ser encontrados com preços entre R$ 12,00 e R$ 200,00. Nos ambulantes, os óculos estão custando entre R$ 10,00 e R$ 20,00.
Para montar o kit verão 2013, somente com as peças de vestuário e acessórios, o consumidor pode comprometer até quase um salário mínimo. Por isso a pesquisa ainda é a arma mais poderosa de compra.
(DOL, com informações do Dieese)
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