No meio de tantas manifestações em Belém, os flanelinhas também reivindicaram na tarde desta quarta-feira (3). A classe pede melhorias nas condições de trabalho e saiu em manifestação pelas ruas do bairro Comércio.
A profissão de guardador de veículos é regulamentada pela Lei Federal 6.242/1975 e pela Lei Municipal 8.039/2001, por ela é permitido aos flanelinhas, devidamente cadastrados, pedir ao condutor uma contribuição simbólica pelo seu serviço. “É algo que deve ser de comum acordo.
O motorista não é obrigado a pagar, assim como o flanelinha não terá a obrigação de vigiar o veículo. Não é uma cobrança”, explicou Ronivaldo Andrade, presidente da Associação dos Trabalhadores Guardadores de Veículos em Estacionamentos Públicos de Belém.Mas, em Belém, a prática ainda é muito questionada e motivo para desentendimentos, ameaças e até agressões entre motoristas e guardadores.
O último protesto feito pelos flanelinhas, em abril deste ano, questionava a Zona Azul. O projeto propõe uma tarifa, a ser definida após o término do processo de licitação da empresa administradora, prevendo tempo mínimo de duas horas de estacionamento para cada vaga. Ele seria uma tentativa de reorganizar os estacionamentos e extinguir a figura do flanelinha.
(DOL, com informações do jornal Diário do Pará)
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