Trabalhadores da construção civil seguem em passeata pela av. José Malcher em direção a FAEPA na manhã desta quinta-feira (11). O trânsito está lento no local.
Manhã de protestos
Em Belém, cerca de 30 mil trabalhadores devem paralisar as atividades hoje, 11 de julho, no Dia Nacional de Greves, Paralisações e Manifestações. Os manifestantes pretendem entregar duas cartas de reivindicações endereçadas ao prefeito Zenaldo Coutinho e ao governador do Estado, Simão Jatene. Na pauta, saúde, educação e transporte formam o tripé de exigências.
A concentração da manifestação foi às 7h30, em frente à sede do poder público municipal. O lugar já foi o ponto de chegada de vários protestos nos últimos tempos, mas hoje deve ser o marco inicial da caminhada que vai encerrar no Centro Integrado de Governo (CIG), localizado na avenida Nazaré.
Durante o trajeto Prefeitura de Belém/ CIG, os manifestantes irão percorrer as avenidas Castilhos França, Presidente Vargas e Nazaré. Estão previstos atos no Ministério da Fazenda, Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), Banco Central e Sindicato das Indústrias de Construção de Civil (Sinduscon-PA). São esperados pelo menos quatro mil trabalhadores da construção civil na caminhada que pretende levar pelo menos 10 mil às ruas.
Pelo menos 20 sindicatos, associações e movimentos sociais confirmaram presença na chamada paralisação de 24h. Entre eles, o Movimento Belém Livre. “A primeira e principal reivindicação é a redução do preço da passagem e a prerrogativa para abrir discussão sobre o Passe Livre”, reitera Abel Loureiro, coordenador geral do CPS- Conlutas, a central sindical que reúne mais de nove sindicatos.
Mais informações em instantes.
(DOL)
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