Segundo estudo realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta terça-feira (16), o setor da indústria de transformação no estado do Pará, em maio deste ano apresentou saldo negativo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados com decréscimo de 0,60%. Durante este período, foram feitas 3.236 admissões e 3.759 desligamentos, gerando um saldo negativo de 523 postos de trabalho.
No mesmo período do ano passado, a indústria paraense apresentou crescimento de empregos formais, realizando 4.049 admissões e 3.453 desligamentos, gerando um saldo positivo de 596 postos de trabalho.
As análises do Dieese mostram ainda, que em maio deste ano, no setor da indústria de transformação, a maioria dos estados da região Norte apresentaram saldos positivos de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados. No período analisado, o estado do Acre foi quem apresentou a maior geração de empregos formais, com saldo positivo de 111 postos de trabalho, seguido do Amazonas com 73 postos de trabalho e do Tocantins com 57 postos de trabalho. No mesmo mês, o estado do Pará foi quem apresentou a maior queda na geração de empregos formais com saldo negativo de 523 postos de trabalho, seguido de Rondônia com 106 postos de trabalho.
Ainda de acordo com as análises, foram feitas 11.661 admissões e 12.039 desligamentos, gerando um saldo negativo de 378 postos de trabalho, com um decréscimo de 0,13% na geração de empregos formais.
Nos cinco primeiros meses deste ano, houve saldo negativo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados, com queda de 1,75%. Foram feitas no setor em todo o estado do Pará 17.735 admissões e 19.282 desligamentos gerando um saldo negativo de 1.547 postos de trabalho.
No mesmo período do ano passado, a indústria paraense apresentou crescimento de empregos formais, foram feitas 19.601 admissões e 19.116 desligamentos. As análises mostram ainda que em 2013, houve saldo positivo de empregos formais. No período analisado, o estado do Amazonas foi quem apresentou a maior geração de empregos formais com saldo positivo de 1.839 postos de trabalho, seguido do de Tocantins com 911 e de Rondônia com saldo positivo de 346 postos de trabalho.
Na outra ponta, o estado com a maior perda de empregos formais foi o Pará com saldo negativo de 1.547 postos de trabalho, seguido do Acre com saldo 192 e do Amapá com saldo negativo de 129 postos de trabalho.
A pesquisa mostra que nos últimos 12 meses houve saldo negativo de empregos formais no comparativo entre admitidos e desligados, com decréscimo de 3,68%. No período analisado foram feitas no estado do Pará, 43.164 admissões e 46.484 desligamentos, gerando um saldo negativo de 3.320 postos de trabalho.
O estado do Amazonas foi quem apresentou a maior geração de empregos formais com saldo positivo de 1.925 postos de trabalho, seguido de Rondônia com 1.328 postos de trabalho e do Tocantins com 979 postos de trabalho. Também no mesmo período, o destaque negativo ficou com o estado do Pará com a perda de 3.320 postos de trabalho, seguido do Acre com 495 postos de trabalho.
Em toda a região Norte, foram realizadas 144.141 admissões e 143.496 desligamentos, gerando um saldo positivo de 645 postos de trabalho, com um crescimento de 0,22% na geração de empregos formais.
(DOL, com informações do Dieese)
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