O segundo protesto dos artistas segue na Avenida Magalhães Barata, em frente ao prédio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), reunindo cantores, atores e escritores, que reivindicam a democratização e melhor política de cultura no Pará.
Segundo o ator, dramaturgo e membro da manifestação Adriano Barroso, falta uma postura mais respeitosa do governo em relação às dificuldades dos artistas paraenses.
"A gente que ser tratado como pessoas que participam da cadeia produtiva do Estado. Nós criamos empregos diretos, movimentamos a economia, e queremos que o governador e o próprio secretário de Cultura nos respeite", pontua Barroso.
Sobre a exigência da saída de Paulo Chaves do cargo de secretário da Secult, Barroso alega ser uma medida necessária, visto que Chaves não ouve os apelos dos artistas e produtores culturais.
"O Paulo Chaves, juntando todas as gestões, completa 20 anos de secretaria. Destes 20 anos, historicamente o procuramos, mas ele nunca deixou a porta aberta pra gente. Agora somos nós que vamos fechar a porta com ele lá dentro”, enfatizou o ator.
(DOL)
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