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Resultados de necrópsia devem sair em 10 dias

O reitor temporário da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Maurílio Monteiro, disse que quer “tornar o mais claro e transparente esse fato que nos deixou muito abalados”, durante entrevista coletiva, ontem, na reitoria da Universida

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O reitor temporário da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), Maurílio Monteiro, disse que quer “tornar o mais claro e transparente esse fato que nos deixou muito abalados”, durante entrevista coletiva, ontem, na reitoria da Universidade Federal do Pará (UFPA), sobre a morte do estudante de Geologia, Yego Cunha Leal, 21, que morreu depois de passar mal durante a realização de um trabalho de campo, no município de Babaçulândia, no Estado do Tocantins, no último domingo.

O corpo do estudante foi levado de Araguaína (TO), onde foi iniciada a necropsia, para Palmas, capital do Tocantins, para exames complementares, de onde foi transportado para Belém no início da madrugada de hoje, em um avião do Governo do Estado do Pará. O resultado dos exames só deverá ser divulgado em dez dias.

Maurílio Monteiro contou que o estudante fazia parte de um grupo de 34 estudantes do 3º ano de Geologia que faziam um mapa geológico de um quadrado de 20 quilômetros, divididos em 11 equipes que ficaram responsáveis por mapear áreas menores de 5 por 4 km2. A estudante Andréa, da equipe de Yego que, era acompanhada pelo professor Emídio de Araújo dos Santos Júnior, sentiu estafa e o professor decidiu deixá-la junto com outro estudante.

Seguindo com Yego até o carro. No caminho, Yego também se sentiu mal e o professor também o deixou esperando tendo o cuidado de marcar o local com o GPS. Na volta pegou primeiro os dos estudantes que haviam ficado juntos e depois seguiu para o local onde havia deixado Yego, mas ele havia sumido.

“As razões de Yego sair de lá não se sabe” e poderão ser apontadas pela perícia realizada pela polícia no local onde ele foi encontrado, há 15 km de distância, numa área aberta e plana, já que a aula prática estava sendo realizada numa região de cerrado, sem mato alto.

A área foi previamente selecionada e a ação planejada. Ele disse que pretende tomar medidas para aprimorar as regras e a segurança dos estudantes, mas neste momento está mais preocupado em prestar apoio à família e aos professores e estudantes do Curso, em Marabá.

(Diário do Pará)

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