O laudo dos exames realizados pelo Instituto Médico Legal de Araguaína e de Palmas (TO) sobre a morte do estudante Yego Cunha, de 21 anos, aponta que não havia sinais de que ele tenha sido vítima de violência.
Yego foi encontrado morto no último dia 28 de agosto, depois de passar três dias desaparecido em uma área deserta no município de Babaçulândia, Estado do Tocantins. O estudante realizava um trabalho de campo junto com outros estudantes do curso de geologia da UFPA de Marabá e se perdeu do grupo.
O laudo aponta que as causas prováveis da morte foram desidratação e insolação. A família do estudante, no entanto, não se conforma com o resultado e pedirá exames mais detalhados. A delegada Simone Aparecida de Melo, que investiga o caso, disse que pedirá um exame toxicológico e continuará ouvindo depoimentos para concluir o inquérito sobre a morte de Yego.
(DOL)
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