A expectativa do Tribunal de Justiça do Pará é a que a sentença do fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, seja anunciada ainda nesta quinta-feira (19). Ele é acusado de ser o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang, em 2005.
Os advogados de defesa de Bida, por volta das 22h30, iniciaram a tréplica. A defesa de alega que não há evidências suficientes que comprovem o envolvimento do fazendeiro no caso.
Antes, a promotoria apresentou ao júri a bolsa e a bíblia que a missionária usava no dia em que foi morta.
As investigações na época do crime indicaram que Rayfran das Neves Sales e Clodoaldo Batista foram os autores do assassinato. Amair Feijoli Cunha, o Tato, foi apontado como intermediário. Ele teria sido contratado por Bida e por Regivaldo Pereira Galvão, o “Taradão”, que pagaram R$ 50 mil pelo assassinato da missionária, conforme a investigação.
Condenado a 30 anos no primeiro julgamento, em 2007, Bida teve direito a novo júri em 2008, quando foi absolvido. Este já é o quarto julgamento do fazendeiro.
(Antonio Santos/DOL com informações de Thamires Figueiredo/Diário do Pará)
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