Em nota, o governo do Estado negou outras motivações para a saída de Eunice Begot da presidência do órgão. Dentre estes motivos estariam a insatisfação do corpo clínico com situações de superlotação e outras precariedades que são enfrentadas pelo hospital.
A nota diz que “a Fundação Santa Casa nunca se viu impelida a tomar qualquer medida administrativa por pressão de qualquer categoria”, e o anúncio da saída da gestora ter se dado justamente no dia em que a “Nova Santa Casa” começa a receber pacientes foi encarado “de forma natural, como qualquer transição administrativa feita com equilíbrio, planejamento e coerência”. (Diário do Pará)
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