Este ano, a produção da Alumínio Brasileiro S/A (Albras) deve ultrapassar a casa das 447 mil toneladas de alumínio primário, segundo a estimativa da empresa. Se alcançar este patamar, a fábrica terá um incremento de 0,8% em sua produção total, superior à produção do ano passado que foi de 443 mil toneladas de lingotes.
A Albras, que hoje completa 28 anos de operação no Pará, alcançou em 2011 a marca histórica de mais de nove milhões de toneladas de alumínio primário de metal líquido. A capacidade de produção da fábrica é de 460 mil toneladas/ano.
De acordo com dados da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), a contribuição da Albras é de 27%, dos 33 milhões de toneladas de alumínio produzidas no país até o final do ano passado.
A metalúrgica integra um processo produtivo que permite a transformação de uma riqueza natural abundante na Amazônia, a bauxita, em produto de larga aceitação internacional, o alumínio. Para isso, a Albras conta com a mão de obra local, já que 85% dos empregados são da Região Norte sendo 96% do Pará, principalmente das cidades de Barcarena, Abaetetuba e Belém.
Segundo levantamentos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria transformadora de metalurgia gera um lucro de 20% para a economia do Estado. Estudos recentes mostram que há até 95% do conteúdo de alumínio em veículos e 93% nos edifícios, sem contar na produção dos novos e modernos produtos tecnológicos e tão úteis como os celulares, Ipads, tablets e outros.
(DOL)
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