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Vale injetou R$ 9 bilhões no Pará em 2013

Em investimento e custeio, a mineradora Vale injetou na economia do Pará, somente nos nove primeiros meses deste ano, em torno de US$ 4,4 bilhões, o equivalente a R$ 9,080 bilhões. Só os investimentos socioambientais somaram, no período, quase 120 milhões

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Em investimento e custeio, a mineradora Vale injetou na economia do Pará, somente nos nove primeiros meses deste ano, em torno de US$ 4,4 bilhões, o equivalente a R$ 9,080 bilhões. Só os investimentos socioambientais somaram, no período, quase 120 milhões de dólares, valor 11% superior ao do ano passado, quando foram investidos nessa área US$ 107,7 milhões.

No tocante à produção, o grande destaque da empresa no Pará, no terceiro trimestre deste ano, foi a área do cobre, com o estabelecimento de novos recordes de produção no mês de outubro em suas minas de cobre do Salobo, em Marabá, e do Sossego, em Canaã dos Carajás. A mina de Salobo I produziu 17,6 mil toneladas de cobre contido em concentrado, no terceiro trimestre, aproximadamente 70% de sua capacidade nominal, e 32 mil onças troy de ouro como subproduto. A onça troy equivale a 31,1 gramas.
É esperado que Salobo I conclua seu ramp-up até o final do ano, quando deverá alcançar sua plena capacidade de produção. Em outubro, Salobo alcançou um novo recorde de produção de 7,2 mil toneladas de cobre contido em concentrado, 84,9% de recuperação de cobre e 68,3% de recuperação de ouro, acima da meta do projeto de 66% para o ouro.

A produção de cobre contido em concentrado da mina do Sossego, em Carajás, totalizou 30,9 mil toneladas no terceiro trimestre de 2013, representando um aumento de 6,8% quando comparada ao segundo trimestre do ano, devido à qualidade mais elevada na mina. Em outubro, Sossego produziu 11 mil toneladas, um novo recorde, superando a marca anterior de 10,8 mil toneladas em março de 2013.

Já a produção de minério de ferro em Carajás alcançou 29,8 milhões de toneladas, o segundo maior nível para um terceiro trimestre. Esse volume representou uma expansão considerável em relação ao segundo trimestre do ano, com desempenho de acordo com a evolução dos planos de mina e se recuperando do prolongado período de chuvas desde maio.

A melhora da performance de Carajás também se beneficiou da conversão de mais duas linhas de peneiramento para o processamento do minério a seco. Dez das dezessete linhas de peneiramento de Carajás estão funcionando com o processamento do minério a seco. Esse novo sistema inovador, que usa a umidade natural do minério de ferro, aumenta a vida útil da reserva devido à recuperação em massa de 100% na planta de processamento – contra 83% no processo úmido –, contribuindo para ganhos de produtividade e corte de custos operacionais, principalmente pela redução do consumo de combustível.

A Vale contabiliza também, no período de julho a setembro de 2013, um bom desempenho da mina de mangangês do Azul, em Carajás, que aumentou 7,6% e 2,2% em comparação com o do segundo trimestre do ano e do terceiro trimestre de 2012, respectivamente, alcançando 508 mil toneladas, como resultado da otimização da performance operacional na planta.

Já a operação de ferro e níquel em Onça Puma concluiu o aquecimento do forno em setembro e a Vale espera produzir o primeiro metal ainda este mês.

(Diário do Pará)

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