O julgamento de Joelson Alves de Mesquita, réu, acusado de ser o dono da arma que executou o professor de física Hélio Nornam de Azevedo, em 1997, está neste momento em fase de réplica e tréplica.
Por parte da acusação o Ministério Público defende que Joelson foi contratado para executar o crime e é tido como pistoleiro de aluguel. Já a defesa trabalha com a negativa de autoria, uma vez que o réu estava no Amapá no dia do crime.
Durante o julgamento, Joelson admitiu que a arma era dele, mas negou a autoria do assassinato.
A previsão para o anúncio da sentença é por voltas das 20h de hoje.
(DOL)
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