Ainda que a tendência de queda se replique em todos os Estados, há uma diferença regional muito grande. Em São Paulo, o registro fora do prazo (após o ano do nascimento) correspondia a apenas 1,2% das crianças nascidas em 2012. Esse percentual chegava a 27,2% no Pará. Em geral, as taxas mais elevadas de sub-registro estão no Norte e no Nordeste.
O Maranhão, porém, é um exemplo claro da redução que houve na última década. O percentual no Estado caiu de 67,4% em 2002 para 15,4% em 2012.
DOMICÍLIOS
O IBGE observou a proporcionalidade da queda dos sub-registros com a incidência de partos em domicílios particulares. No Pará, por exemplo, 4,2% dos partos foram realizados em casa, pouco acima do Amapá, que registrou incidência de 3,5% nesta modalidade de nascimento. Em Roraima, 2,5% dos nascimentos aconteceram em domicílios.
É na região Norte que é registrada a maior incidência de partos em casa. O Amazonas é o recordista nacional, com 6,5% de nascimentos de crianças em domicílios particulares.
Na Região Sudeste, a proporção de nascimentos em casa é irrelevante. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, significaram 0,2%; no Espírito Santo, representaram 0,1%. Em Minas Gerais, 0,3% dos partos foram feitos em casa.
No Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a proporção de nascimentos feitos nos domicílios correspondeu, para cada, a 0,2% do total.
(Diário do Pará)
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