Em resposta ao caso da servidora pública Maria Augusta Fayal, 33, que alega estar sendo destratada pelo Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Pará (Iasep), este informou, em nota, que “os segurados precisam apresentar documentos (laudos e exames) que comprovem a necessidade de intervenção cirúrgica corretiva - e não estética”, o que não teria ocorrido.
“O Iasep já tem esses documentos desde outubro passado”, afirma Maria. “E o laudo é bastante claro: eu estou sentindo dores e preciso de intervenção cirúrgica para corrigir o procedimento anterior. Não sei porque estão fazendo isso comigo.”
Ainda segundo a nota, o Iasep afirma que “no processo da segurada Maria Augusta Fayal, estes exames não foram apresentados, dificultando o trabalho dos médicos auditores”, e que “havendo necessidade de intervenção médica de urgência e emergência, o Iasep oferece aos segurados atendimento nos hospitais com aporte para internação cirúrgica de urgência, como o Porto Dias.”
“O laudo deixa bem claro que não se trata de estética", rebate a servidora pública. "No Protocolo nº 2013/491509 consta o laudo do cirurgião que escreveu o seguinte: solicito liberação de procedimento de artrocentese e ATM (articulação temporomandibular) direita e esquerda sob anestesia geral para remoção de aderência de disco articular como mostrado nas imagens de ressonância magnética e remoção de processo inflamatório crônico degenerativo. Isso parece estética?”

(Foto: Reprodução)
(DOL)
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