Por telefone, o Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Pará (Iasep) informou não ter conseguido contatar o funcionário que teria destratado a servidora pública Maria Augusta Fayal, 33, que tenta desde outubro passado marcar uma cirurgia para aliviar sua disfunção temporomandibular, e solicitou prazo até terça-feira (7) para esclarecer se a cirurgia será ou não coberta pelo plano.
De acordo com o instituto, faltavam no laudo os exames que atestam que a cirurgia de Maria Augusta não é estética, mas corretiva, conforme nota enviada ao DOL e texto publicado neste domingo (5). A servidora pública, porém, afirma que os documentos já foram entregues e que não compreende o motivo de tanta demora.
Além disso, o Iasep afirmou que o processo foi encaminhado, na tarde desta segunda-feira (6), ao auditor do instituto, que deve avaliar se será entregue ao presidente, Kleber Miranda, sendo que "o processo será avaliado à luz da legislação para saber se a cirurgia será coberta, pois no caso de doenças congênitas, estas devem ser avaliadas."
Com relação ao destrato, no qual Maria Augusta alega que, ao pedir informações, um funcionário desligou o telefone na sua cara, o Iasep alegou não ter conseguido entrar em contato e que estranhou a reclamação referente ao funcionário citado - que não tem relação nem poderia ser envolvido ou responder algo sobre o caso. Mesmo assim, informou que todo tipo de reclamação pode ser realizada pessoalmente ou por telefone para o Protocolo do instituto.
(DOL)
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