O preço do pescado nas feiras e mercados de Belém, apresentaram aumentos de preços generalizados no ano de 2013, segundo o Dieese.
De acordo com as pesquisas sobre o comportamento do preço do pescado, a grande maioria apresentou altas de preços, e bem superiores a inflação calculada para o mesmo período que ficou em 5,56%.
No período analisado, janeiro a dezembro de 2013, os maiores reajustes de preços foram verificados nos seguintes tipos de pescados: arraia com alta de 126,82%; seguida do Pacu com 46,43%; curimatã 44,94%; piranha 41,11%; sarda 38,67%; pirapema 38,04%; acari 34,78%; camurim 31,46%; mapará 29,85%; xaréu 24,78%; tamuatá 15,14%; bagre 14,52%; pratiqueira 14,10%; peixe Serra 13,63%; aracu 13,40%; tainha 13,39%; gurijuba 11,13%; filhote 10,27%; pescada amarela 8,71%; traíra 8,46% e pescada branca com alta de preço acumulada no período de 6,15%.
Ainda segundo o Dieese, poucas espécies de pescado apresentaram recuos de preços, são elas: cação com queda de 28,01%, seguido do tucunaré redução de 24,30%; surubim 13,96%; piramutaba 13,70% e da pescada gó com queda de 11,81%.
O Departamento prevê um cenário nada favorável para os próximos meses. "Daqui para frente, pelo menos até a semana santa, não são bons para os consumidores paraenses, a tendência é de mais aumentos no preço do pescado comercializado não só na Região Metropolitana de Belém, mas em todo o Pará. As explicações e justificativas para estes aumentos rotineiros e abusivos são varias, mas na avaliação do Dieesse, mesmos com alguns avanços, o Estado do Pará ainda carece de uma política mais ampla que consiga abranger de forma macro toda a cadeia do pescado, da produção até a comercialização do produto", avisa.
(DOL, com informações do Dieese)
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