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Vacina HPV chegará ao Pará em fevereiro

A partir de março, um grupo específico de pessoas terá acesso à vacina contra o papiloma vírus humano (HPV). O primeiro lote, com quatro milhões de doses, já foi entregue pelo Instituto Butantan ao Ministério da Saúde, na última sexta-feira (10) e será of

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A partir de março, um grupo específico de pessoas terá acesso à vacina contra o papiloma vírus humano (HPV). O primeiro lote, com quatro milhões de doses, já foi entregue pelo Instituto Butantan ao Ministério da Saúde, na última sexta-feira (10) e será ofertado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ao Pará, as doses da vacina chegarão na segunda quinzena de fevereiro.

A vacina, que previne contra o câncer de colo de útero, será aplicada gratuitamente em meninas de 11 a 13 anos em 2014 e, a partir do ano seguinte, será ofertada também para meninas de 9 e 10 anos.

De acordo com a coordenadora de Estado de Imunização, Jaíra Ataíde, a Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), ainda está iniciando a elaboração da campanha que pretende alcançar o máximo de adesão pelo grupo que precisa ser vacinado. “É importante salientar que esta vacina não é para qualquer pessoa, ela é direcionada a este grupo específico de meninas, portanto, contamos com nossos parceiros em todos os municípios do Estado, para que a imunização possa ser feita em 100% desse grupo”, explicou.

ESTIMATIVA

No Pará, a estimativa é que 256.239 mil meninas precisam receber a imunização, segundo a Sespa. Para atingir a meta, a secretaria antecipou que vai desenvolver, junto aos demais municípios do Estado, campanhas educativas com a divulgação em escolas, além de ações dentro da programação de implantação da vacina no Estado.

“Essa é uma das nossas menores campanhas, mas também uma das mais delicadas. O que queremos deixar claro às famílias e às próprias adolescentes é que o fato de tomar a vacina não deve estar associado exclusivamente à atividade sexual, onde se concentra o maior fator de transmissão da doença. Ou seja, mesmo imunizada, a garota precisa continuar realizando os exames periódicos, como o preventivo do câncer de colo uterino, além de usar preservativo nas relações sexuais. Já as meninas que ainda não iniciaram a vida sexual, a vacina atuará como proteção para essas futuras mulheres”, explicou Jaíra.

(Diário do Pará)

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