plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Leptospirose é comum em período de chuvas

O período das chuvas deve ser enfrentado com cuidado, seja no trânsito, com as enchentes e, sobretudo, com a saúde. Os constantes alagamentos trazem uma doença difícil de lidar e muito perigosa: a leptospirose. Acredita-se que ela é muito conhecida, mas a

twitter Google News

O período das chuvas deve ser enfrentado com cuidado, seja no trânsito, com as enchentes e, sobretudo, com a saúde. Os constantes alagamentos trazem uma doença difícil de lidar e muito perigosa: a leptospirose. Acredita-se que ela é muito conhecida, mas ainda poucos se atentam às precauções que devem ser tomadas para evitar a contaminação.

De acordo com o veterinário do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Roberto Brito, no ano passado, 189 pessoas foram notificadas com a suspeita da doença, desse total, 56 confirmações e 10 pessoas morreram vítimas da leptospirose apenas em Belém.

O veterinário explica que o inverno amazônico é muito propício para o surgimento de casos, pois, além do aspecto socioeconômico, o período de dezembro a maio é o momento em que a doença ocorre com maior frequência.

Contaminação

Um ferimento qualquer exposto em contato com a água contaminada, não necessariamente direto com a urina do rato – sempre porta de saída da doença -, já oferece risco.

Segundo Brito, o roedor é o portador sadio. Ele não somente elimina como também alberga a leptospirose sem ser contaminado. Um cão, cavalo ou porco, por exemplo, podem estar infectados e, ao liberarem o xixi, o homem também tem grandes possibilidades de contrair a doença, caso tenha contato com água ou alimento contaminado.

“Há animais que são transmissores além do rato. A água é o elo entre o agente infectante e a pessoa infectada. O foco na água dura até 180 dias, independente de chuva”, alerta.

Fatores como os mais de 200 tipos de bactérias relacionados à doença transmitida pelo rato, e a baixa ou alta resistência da pessoa, definirão o período de sobrevida do doente. “A cada 100 mil habitantes, 1,70 contraem a doença”, revela o médico veterinário.

E é na Zoonose que o trabalho de desratização das áreas como canais, terrenos baldios, feiras e mercados são feitos para o controle de focos.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!