plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

BRT do Estado ainda está só no papel

Um ano e quatro meses depois de o contrato de empréstimo de R$ 320 milhões ter sido assinado em Tóquio, no Japão, pelo governador Simão Jatene e a Agência de Cooperação Internacional Japonesa (Jica), para a construção do BRT Metropolitano - que ligará Mar

twitter Google News

Um ano e quatro meses depois de o contrato de empréstimo de R$ 320 milhões ter sido assinado em Tóquio, no Japão, pelo governador Simão Jatene e a Agência de Cooperação Internacional Japonesa (Jica), para a construção do BRT Metropolitano - que ligará Marituba ao Entroncamento, integrando-o ao BRT Belém, com trajeto de Icoaraci ao bairro de São Brás -, somente agora o governo estadual deu o segundo passo para iniciar a obra. Se a obra começar ainda em 2014, somente em 2017 estará concluída.

A consultoria internacional será feita pelo consórcio Troncal Belém, formado pelas empresas brasileiras Concremat Engenharia e Tecnologia S. A. e Vetec Engenharia Ltda, e pelas empresas japonesas Yachiyo Engineering Co., Ltd.-Yec e Chodai Co., Ltd.), cujo contrato foi assinado na segunda-feira.

Durante a assinatura do documento, no Centro Integrado de Governo (CIG), nenhuma palavra foi dita sobre os atrasos das obras do BRT, tanto o do capital, que se arrasta em atropelos e falhas, sem que sequer o trecho de Icoaraci à Almirante Barroso tenha começado, como o BRT do Ação Metrópole, ainda apenas um projeto ilustrado por animações.

Em setembro de 2012, o governador Simão Jatene foi ao Japão com um grupo de assessores e técnicos para assinar o empréstimo. A simples assinatura do documento gerou poderosa mídia em jornais, rádios e televisões, afirmando que a obra estava começando. Não estava. Era apenas um ato formal que, obviamente, adquiriu caráter pirotécnico.

Passaram-se oito meses da assinatura do contrato em Tóquio para que fosse aberta a pré-qualificação das empresas candidatas à consultoria do projeto, o que só veio a ocorrer em abril de 2013. Como de hábito, nenhuma explicação para tanta demora. Há dinheiro internacional no projeto e um rigor no cumprimento das metas, mas nada que justifique o atraso de uma obra tão importante para a mobilidade urbana na Região Metropolitana de Belém. Que o digam 1,2 milhão de pessoas que diariamente dependem do transporte público e se submetem a vexames e humilhações.

Três anos

As quatro empresas consultoras do BRT têm a tarefa de elaborar estudos e projetos, gerenciando as obras no corredor da BR-316. Devem ainda contratar pessoal e equipamentos.

Essa missão deve durar três anos e cinco meses. O BRT Metropolitano terá terminal de integração em Marituba e estação de integração em Ananindeua. Serão construídos viaduto de acesso ao terminal de integração e garagem de ônibus adjacente ao terminal de integração.

Além disso, ao longo do km 0 ao 10 da rodovia haverá canaleta exclusiva, com pontos de parada em plataforma nivelada com o piso do BRT, passarelas de acesso a esses pontos de parada, além de ciclovia e calçadas. Os ônibus terão 20 metros de comprimento e capacidade para 200 passageiros. Razões de sobra para que saia logo do papel.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!