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Efetivado novo modelo de escolha de curso

Depois de várias polêmicas sobre o modelo acadêmico da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), pelo qual os alunos optavam pelo curso só quando estavam dentro da faculdade, a nova reitoria optou pelo ingresso tradicional, ou seja, o vestibulando es

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Depois de várias polêmicas sobre o modelo acadêmico da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), pelo qual os alunos optavam pelo curso só quando estavam dentro da faculdade, a nova reitoria optou pelo ingresso tradicional, ou seja, o vestibulando escolhe no ato da inscrição.

Após a mudança, como esperado, o curso de Direito teve o maior número de inscrições. "O que nos chamou atenção, foi o segundo curso mais requisitado, Pedagogia”, declarou a reitora pró tempore, Raimunda Monteiro. O número elevado de inscritos no curso de Pedagogia pode ter sido em razão da facilidade em ingressar na universidade. Em outros históricos esse curso é pouco procurado. "No sistema anterior era pouco requisitado. Queremos acreditar que essa vasta procura, seja o desejo dos alunos em exercer essa profissão”.

Sucursal Tapajós

Raimunda Monteiro, reitora pro tempore, durante coletiva em Santarém (foto: Sucursal Tapajós)

Não foram ofertadas as 1.050 vagas de costume, mas apenas 885. "Não foi uma redução nas ofertas, e sim, o fato de deixarmos vagas para os alunos que foram aprovados, mas não ingressaram no sistema anterior. Para isso, temos que deixar espaço para eles nas turmas", justificou a reitora. Os 65 alunos indígenas estão distribuídos nos 17 cursos da Ufopa. Atualmente, cerca de 300 alunos do sistema anterior, não ingressaram na Federal.

Com o novo formato de fazer a inscrição por curso descartou-se a realização de várias chamadas. O que motiva a universidade a não programar várias chamadas é o aluno ter escolhido o curso específico.

RECLAMES

A expectativa é que não existam mais conflitos com a classe estudantil, professores e técnicos. No ano passado, muitos manifestos foram realizados contra reitoria, na época o professor Seixas Lourenço (hoje secretário de Estado de Educação), apontado com um gestor que não atendia os estudantes, além das críticas do modelo acadêmico. Até agora, com a mudança de gestão, não tem havido essas problemáticas. (DOL, com Aritana Aguiar/Sucursal do Tapajós)

Leia mais na edição desta quarta-feira do Diário de Tapajós, encartado no Diário do Pará. Ou acesse a edição eletrônica aqui.

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