Prestação de serviços, industrialização e aproveitamento hidrelétrico serão os novos motores da economia de Marabá, que completa 101 anos no sábado (05).
Com a economia bastante ligada à extração e à comercialização de minérios e produtos como a castanha, a cidade do sudeste do Pará passará a apostar em novos setores da economia, segundo Gilberto Leite, presidente da Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM). "A prestação de serviços é o grande diferencial hoje, mas há possibilidades também de transporte de grãos e com eles a agroindústria. Mas o novo desafio é se organizar para isso e buscar novas alternativas industriais também”, destacou.
Gilberto Leite não descarta também a contribuição da produção mineral por muito tempo na da cidade centenária, mas afirma que não deve continuar sendo o carro-chefe da economia. Alguns projetos que visam a expansão do setor já estão em curso, como a duplicação da produção da SINOBRAS e a própria Aços Laminados do Pará (ALPA), que pode se tornar uma realidade depois que o Pedral do Lourenço for implodido para abertura da hidrovia.
(DOL com informações de Chagas Filho/Marabá)
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