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Feriadão com fé, sombra e água fresca

Para encerrar o período da quaresma, os quarenta dias estipulados pela Igreja Católica para que o fiel se prepare para o ápice da Semana Santa, o dia da Páscoa, que simboliza a ressurreição de Jesus, missas são celebradas com hinos e trechos bíblicos. A

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Para encerrar o período da quaresma, os quarenta dias estipulados pela Igreja Católica para que o fiel se prepare para o ápice da Semana Santa, o dia da Páscoa, que simboliza a ressurreição de Jesus, missas são celebradas com hinos e trechos bíblicos.

A primeira Santa Missa de Páscoa, realizada às 7h de ontem na Catedral Metropolitana de Belém (Sé), deu início ao período celebrado pela Igreja que se estenderá por mais 50 dias após a Páscoa, até o Domingo de Pentecostes - que celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo.

A missa foi celebrada pelo Padre José Gonçalo Vieira, da Catedral da Sé Metropolitana, que em sua homilia falou sobre o sentido da Páscoa como a manifestação da vida em plenitude que culmina com a ressurreição de Jesus. “Essa alegria da manhã de ressurreição também deve acontecer também em nossas vidas. O cristão deve ser protagonista da ressurreição por um mundo mais justo e melhor”.

As missas de Páscoa aconteceram em diversas comunidades católicas e às 19h,na Sé, Dom Alberto Taveira, arcebispo metropolitano, rezou a última missa da Semana Santa. Para aposentada Elba Coutinho, ir à missa da Páscoa é um momento único e fundamental para renovar sua fé. “A Páscoa é ressurreição de Cristo e vir a esta missa rezar e pedir bênçãos é confortante e me faz muito feliz”, sorria. A dona de casa Selma Mendes também acompanhou a missa na Sé. “A paz da ressurreição me dá forças para minha renovação espiritual e coragem para seguir firme na fé no meu dia a dia”, emocionou-se.

Até uma hora na fila para aproveitar o recesso nas praias

No início da manhã de ontem uma fila grande já se formava na praça da leitura para os banhistas que desejavam aproveitar as praias com a ajuda dos coletivos extras. Os ônibus estavam programados para saírem de dez em dez minutos com o destino de Mosqueiro e Outeiro.O mecânico de aeronaves Alexandre Cardoso estava na fila há uma hora esperando para pegar o ônibus devido a grande quantidade de pessoas. “Estou indo aproveitar hoje e amanhã que é feriado. Tem bastante ônibus, mas demora para sair porque tem muita gente”, disse o mecânico.Alberto Santos ia aproveitar o domingo na ilha com a esposa e amigos. “Em julho a fila é bem maior mas o ideal seria que o ônibus lotasse e já saísse para ser mais rápido”, sugeria.

REFORÇO DE FROTA

A dona de casa Claudicéia Amaral estava com os filhos pequenos já quase no final da fila e se protegia do sol com um guarda-chuva. “Vou e volto hoje mesmo. Vamos apenas aproveitar o dia. Espero que eu consiga voltar e tenha transporte para mim”.Segundo a Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob), desde sexta– feira, durante todo final de semana e nestas segunda e terça, os coletivos regulares foram reforçados com mais 50 veículos: 25 pela manhã e 25 à tarde. Para quem volta do feriado hoje, os banhistas poderão contar com 12 veículos a mais pela manhã e 50 à tarde. (N.P.)

(Diário do Pará)

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