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Alunos cobram soluções para ponte no rio Moju

Alunos, servidores e professores do campus Moju da Universidade Estadual do Pará (Uepa) voltaram às ruas para reivindicar solução para os problemas causados pela ponte sobre o rio Moju, quebrada no dia 23 de março, após o choque com uma balsa. O prime

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Alunos, servidores e professores do campus Moju da Universidade Estadual do Pará (Uepa) voltaram às ruas para reivindicar solução para os problemas causados pela ponte sobre o rio Moju, quebrada no dia 23 de março, após o choque com uma balsa. O primeiro protesto ocorreu há duas semanas. Na manhã da última terça-feira, a comunidade acadêmica interditou o porto da balsa que está fazendo a travessia no rio Moju.

Com faixas, cartazes e palavras de ordem, eles pediam aos governos estadual e municipal providências nas obras da ponte. Eles pediam também um barco com a travessia gratuita e prioridade na travessia. “Estamos cobrando o resultado do laudo da perícia feito na ponte e que com urgência comecem a reforma ou reconstrução dela”, diz o aluno Gabriel Wyller.

A estudante de Biologia Thamiris Vasconcelos diz que as despesas dos pais dos alunos aumentaram por conta da ponte quebrada. “Nossa manifestação foi ordeira e pacífica. Não estávamos impedindo as prioridades de passar. Na hora, foi passando a procuradora da prefeitura e o chefe de gabinete e disseram que o nosso problema ia ser resolvido. Estamos esperando que não sejam só promessas”.

PROFESSORES

Segundo a coordenadora administrativa do campus Moju, Janete Padilha, os professores e os servidores estão sendo solidários com a causa dos alunos. “Muitos deles andam mais de 5 quilômetros por dia até chegar às margens do rio e pegar a balsa ou um barco. A Arcon prometeu que ia deixar o ônibus chegar próximo ao embarque só para os alunos descerem e o ônibus não entraria na balsa, mas isso não aconteceu”, informa.

“Os estudantes têm que pegar os barcos que, mesmo pagando, os parqueiros nos dão os piores. Somos humilhados de todos os lados, por todos”, lamenta. Janete também disse que no dia 15, quando o vice-reitor da Uepa, Rubens Cardoso, esteve no campus, ele solicitou ajuda das prefeituras dos municípios envolvidos e do governo do Estado, mas até o momento nada foi resolvido. “Se nada for feito, os alunos disseram que as aulas seriam paralisadas e se isso acontecer, a Uepa de Moju pode ser extinta”.

Segundo a agente de trânsito Karina Aleixo, que estava responsável pela organização do embarque da balsa ontem, os alunos têm prioridade, mas todos devem esperar. “Eles têm prioridade, mas não podem passar e ficar esperando na beira da balsa. O ônibus dos alunos não pode ficar próximo ao desembarque porque os caminhões fazem manobras e na estrada não tem acostamento”, esclarece.

O chefe de gabinete da prefeitura de Moju Udimar Pereira informou que providências estão sendo tomadas, mas afirmou que o problema não é da prefeitura, e sim do governo do Pará. “A obra da ponte não é da nossa competência, e sim do Estado. Nós estamos dando um apoio, mas não podemos fazer tudo sozinhos. No primeiro momento, cedemos a lancha da prefeitura para os alunos, mas isso nos custava caro e não temos mais recursos para isso”.

Alunos, servidores e professores do campus Moju da Universidade Estadual do Pará (Uepa) voltaram às ruas para reivindicar solução para os problemas causados pela ponte sobre o rio Moju, quebrada no dia 23 de março, após o choque com uma balsa. O primeiro protesto ocorreu há duas semanas. Na manhã da última terça-feira, a comunidade acadêmica interditou o porto da balsa que está fazendo a travessia no rio Moju.

Com faixas, cartazes e palavras de ordem, eles pediam aos governos estadual e municipal providências nas obras da ponte. Eles pediam também um barco com a travessia gratuita e prioridade na travessia. “Estamos cobrando o resultado do laudo da perícia feito na ponte e que com urgência comecem a reforma ou reconstrução dela”, diz o aluno Gabriel Wyller.

A estudante de Biologia Thamiris Vasconcelos diz que as despesas dos pais dos alunos aumentaram por conta da ponte quebrada. “Nossa manifestação foi ordeira e pacífica. Não estávamos impedindo as prioridades de passar. Na hora, foi passando a procuradora da prefeitura e o chefe de gabinete e disseram que o nosso problema ia ser resolvido. Estamos esperando que não sejam só promessas”.

PROFESSORES

Segundo a coordenadora administrativa do campus Moju, Janete Padilha, os professores e os servidores estão sendo solidários com a causa dos alunos. “Muitos deles andam mais de 5 quilômetros por dia até chegar às margens do rio e pegar a balsa ou um barco. A Arcon prometeu que ia deixar o ônibus chegar próximo ao embarque só para os alunos descerem e o ônibus não entraria na balsa, mas isso não aconteceu”, informa.

“Os estudantes têm que pegar os barcos que, mesmo pagando, os parqueiros nos dão os piores. Somos humilhados de todos os lados, por todos”, lamenta. Janete também disse que no dia 15, quando o vice-reitor da Uepa, Rubens Cardoso, esteve no campus, ele solicitou ajuda das prefeituras dos municípios envolvidos e do governo do Estado, mas até o momento nada foi resolvido. “Se nada for feito, os alunos disseram que as aulas seriam paralisadas e se isso acontecer, a Uepa de Moju pode ser extinta”.

Segundo a agente de trânsito Karina Aleixo, que estava responsável pela organização do embarque da balsa ontem, os alunos têm prioridade, mas todos devem esperar. “Eles têm prioridade, mas não podem passar e ficar esperando na beira da balsa. O ônibus dos alunos não pode ficar próximo ao desembarque porque os caminhões fazem manobras e na estrada não tem acostamento”, esclarece.

O chefe de gabinete da prefeitura de Moju Udimar Pereira informou que providências estão sendo tomadas, mas afirmou que o problema não é da prefeitura, e sim do governo do Pará. “A obra da ponte não é da nossa competência, e sim do Estado. Nós estamos dando um apoio, mas não podemos fazer tudo sozinhos. No primeiro momento, cedemos a lancha da prefeitura para os alunos, mas isso nos custava caro e não temos mais recursos para isso”.

(Diário do Pará)

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