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Homens são assassinados em Parauapebas

As noites no rico município de Parauapebas, na região sul do Estado, têm sido regadas a muita violência com assaltos, roubos, homicídios e latrocínios que vêm de certo tempo preocupando as autoridades, em que pese o aumento do efetivo da Polícia Militar n

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As noites no rico município de Parauapebas, na região sul do Estado, têm sido regadas a muita violência com assaltos, roubos, homicídios e latrocínios que vêm de certo tempo preocupando as autoridades, em que pese o aumento do efetivo da Polícia Militar nas ruas.A primeira vítima da noite foi Ledionilson Moreira Mendes, de 28 anos que morava com a família no bairro Rio Verde e acabou executado à bala dentro da própria casa. O crime chamou atenção de muitos curiosos, que lotaram a rua, onde o assassinato ocorreu, o que deu trabalho aos investigadores e à Polícia Militar para isolar o local até a chegada dos peritos do IML.

Os tiros atingiram a cabeça da vítima que morreu na hora. Pelo chão muito sangue e o desespero família com o crime. Segundo informações dos familiares, a vítima era usuária de drogas e estava com dívidas acumuladas com os traficantes fornecedores. O sargento Ademilson esteve com sua guarnição fazendo os primeiros levantamentos. A sogra da vítima andava de um lado para o outro em estado de choque. Mesmo nervosa, ela relatou a ação dos assassinos, dizendo que um dia antes do ocorrido havia tido um sonho estranho envolvendo Ledionilson Moreira Mendes.

Segundo caso foi na Cidade Jardim, no centro de Parauapebas, tendo como vítima Ângelo Maximiano Silva Santos, de 20 anos, que residia na rua N-9 na segunda etapa da Cidade Jardim. Ele foi encontrado morto com várias lesões pelo corpo.Segundo as primeiras investigações do investigador Tadeu Ferrão, a vítima foi agredida por integrantes de uma gangue que atua no Cidade Jardim, cujos motivos até agora são desconhecidos para a polícia. O investigador apurou que Ângelo era deficiente mental e que morava sozinho em uma residência no bairro e, segundos conhecidos, não tinha inimigos declarados.Os dois crimes até então são uma grande incógnita para a Polícia Civil de Parauapebas, que abriu inquérito policial apara apurar as circunstâncias que levaram aos dois homicídios que deixaram o município com um rastro de sangue.Os corpos de Ledionilson Moreira Mendes e Ângelo Maximiano Silva Santos foram encaminhados para o IML de Marabá e em seguida foram velados e sepultados em Parauapebas.

(Diário do Pará)

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