Ainda não foi desta vez que o nome da empresa que vai fazer o derrocamento do Pedral do Lourenço, no Rio Tocantins, será conhecido. É que as próprias empresas que participam do processo de licitação para a derrocagem pediram adiamento da abertura das cartas de proposta, que deveria ter ocorrido nesta quinta-feira (8), conforme previa o edital, publicado em 21 de março. Uma nova data foi fixada: dia 30 de maio.
As empresas alegam que precisam completar as documentações para propostas que preveem não apenas a dragagem, mas também a realização de projetos básico e executivo, ações ambientais e execução das obras de derrocamento.
De Brasília, por telefone, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que pedidos de adiamentos como este são comuns quando se trata de um edital complexo, como é o caso, ainda mais porque a solicitação foi uma decisão conjunta de todas as empresas que se habilitaram para a licitação e não apenas de uma empresa.
De todo modo, a notícia pegou de surpresa a maioria das pessoas e entidades que acompanhavam o processo que culminou com esta quinta-feira, em que ocorreria a abertura das propostas.
O projeto é esperado com ansiedade nesta região e também nos Estados do Centro-Oeste, pois a hidrovia, além de proporcionar um novo modal de transporte, deve atrair grandes investimentos para Marabá e região, sendo a Aços Laminados do Pará (ALPA) o principal deles, assim como o transporte de grãos.
(DOL com informações de Chagas Filho/Diário do Pará)
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