O inquérito civil aberto pelo MPE para apurar as denúncias de irregularidades, especialmente quanto às condições estruturais e o tratamento dispensado aos adolescentes ali acolhidos, no espaço localizado à rua Manoel Barata, intimou a direção do abrigo, que informou que a capacidade de acolhimento é de 20 adolescentes, do sexo masculino e na faixa etária de 12 a 17 anos, com vulnerabilidade social e em situação de risco.
Em inspeção efetivada em agosto de 2011, porém, foi constatado que houvera mudança de perfil dos adolescentes acolhidos, que passou a ser de usuários de drogas e em conflito com a lei. Além disso, havia despreparo da equipe técnica para atender essa clientela, assim como problemas no espaço físico, inapropriado para atender adolescentes e para propiciar melhores condições de trabalho para a equipe técnica.
(Diário do Pará)
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