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Alunos da Uepa protestam por corte de vagas

Estudantes de Medicina da Universidade do Estado do Pará (Uepa) realizaram um ato na manhã desta terça-feira (13) em frente ao prédio da Santa Casa de Misericórdia do Pará em protesto por vários fatores, entre eles, e o principal, é o corte de vagas para

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Estudantes de Medicina da Universidade do Estado do Pará (Uepa) realizaram um ato na manhã desta terça-feira (13) em frente ao prédio da Santa Casa de Misericórdia do Pará em protesto por vários fatores, entre eles, e o principal, é o corte de vagas para aulas práticas no hospital Ophyr Loyola e na Santa Casa.

De acordo com o estudante Marcos Felippe, a obra do complexo do ambulatório de clínicas está atrasado, o que atrapalha as atividades acadêmicas, pois a empresa responsável pela obra recebeu o dinheiro, mas logo declarou falência. “Não há laboratório para aula prática a obra está parada e isso atrasa as nossas atividades. A empresa responsável recebeu R$ 2 milhões do governo e em seguida declarou falência”, disse o estudante.

Outra reivindicação feita pelos alunos é a disputa por vagas em hospitais que para eles é desleal, pois houve a diminuição da oferta e aumento do número de concorrentes, já que várias instituições particulares também participam da seleção.

O aluno Leandro Yokohama relatou que o seu projeto de pesquisa foi aprovado, mas nunca recebeu o dinheiro para iniciar o projeto, além de outras deficiências que a universidade apresenta. “Meu projeto foi aprovado, porém nunca recebi nenhum dinheiro para iniciar o trabalho. As bibliotecas são deficientes, a cantina é suja e o restaurante cobra no almoço o valor de R$ 4,30, o que pesa bastante no bolso, além da desorganização da instituição”, desabafou.

Em 2013, 194 vagas eram ofertadas na Santa Casa, já em 2014 foram apenas 94. No hospital Ophyr Loyola em 2013 eram 31 vagas e em 2014 só 5 vagas. Informações dão conta de que o corte foi realizado por ter muitos estudantes nas enfermarias dos hospitais.

Os estudantes fizeram uma passeata pelas ruas do Umarizal, em Belém, e em seguida caminharam até a Secretaria Estadual de Saúde (Sespa) com um documento com as reivindicações.

O DOL fez contato com a Sespa e Uepa e aguarda posicionamento.

(DOL , com informações de Cácia Medeiros/RBATV)

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