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Acusados de matar empresário enfrentam júri

Ulises Freitas Machado e Wanderley Alvino da Silva serão julgados nesta quinta-feira, dia 15, por jurados da 2ª Vara do Júri da Capital presidida pelo juiz Raimundo Moisés Alves Flexa, acusados de participação na morte do empresário Josélio Milhomen, de 3

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Ulises Freitas Machado e Wanderley Alvino da Silva serão julgados nesta quinta-feira, dia 15, por jurados da 2ª Vara do Júri da Capital presidida pelo juiz Raimundo Moisés Alves Flexa, acusados de participação na morte do empresário Josélio Milhomen, de 30 anos, assassinado em 2002, na avenida Visconde de Souza Franco, perímetro urbano central de Belém. No banco traseiro do carro da vítima estava o filho do empresário de seis anos que escapou ileso dos disparos.

O promotor de justiça Edson Souza atuará na acusação em conjunto com um advogado assistente de acusação. Enquanto a defesa dos réus será promovida pelo advogado César Ramos e um defensor público. Estão previstos depoimentos de 19 testemunhas no total pela acusação e defesa. A sessão está programada para começar as 08h, no plenário do andar térreo do Fórum Criminal da Capital.

Histórico do crime

A vítima Josélio Milhomem foi executada com vários disparos de arma de fogo ao parar em um semáforo, quando trafegava pela avenida Doca de Souza Franco, em 03 de maio de 2002. Informações no processo dão conta que dois homens, trafegando na mesma avenida em um carro, cor cinza, aproveitando o semáforo fechado, desceram do veículo, atravessaram o canteiro da via, e fuzilaram o empresário. A criança de seis anos, filho de Josélio Milhomem, que estava no banco traseiro do veículo escapou ileso dos tiros desferidos em plena via pública.

Foram denunciados seis co-réus, entre eles o também empresário Josiel Rodrigues Martins, posteriormente impronunciado; Dorivaldo Pereira de Melo (Melo ou Coronel); Wanderley Alvino da Silva (Galego ou Tenente), Ulisses Freitas Machado (dr. Fritz); João Batista Araújo de Alcântara (Galinha ou Cometa); Manoel Raimundo Moraes da Silva (Cabo Manoelzinho ou Dinho); e Augusto César Soares do Nascimento.

Em 2008 dois acusados de participação no crime após júri foram condenados. Um deles o comerciante Augusto Soares do Nascimento foi sentenciado a 18 anos de reclusão, enquanto o sargento da Policia Militar do Estado, Dorivaldo Pereira de Melo teve a pena fixada em 22 anos, para cumprir em regime inicialmente fechado.

(DOL com informações do TJPA)

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