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Inicia reconstituição de desaparecimento em Belém

O Instituto Renato Chaves iniciou na manhã desta quinta-feira (22) a reconstituição dos fatos ocorridos durante o espancamento de um homem por policiais militares no final do mês de abril deste ano. O caso esta sendo investigado como um suposto desapareci

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O Instituto Renato Chaves iniciou na manhã desta quinta-feira (22) a reconstituição dos fatos ocorridos durante o espancamento de um homem por policiais militares no final do mês de abril deste ano. O caso esta sendo investigado como um suposto desaparecimento, devido ao fato da vítima não ter sido mais vista após ser colocada dentro de uma viatura policial.

A reprodução do ocorrido começou por volta das 9h. Além dos peritos, estão presentes o Promotor da Justiça Militar Armando Brasil, o deputado estadual Carlos Bordalo, da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) e membros das polícias Civil e Miltar.

Até o momento, apenas um dos três policiais envolvidos no caso compareceu à reconstituição. Os outros também foram chamados, mas nenhum deles estava obrigado à comparecer.

O papel da vítima, que até hoje não foi identificada, é encenado por um outro policial militar. Segundo a promotoria, o objetivo da ação é chegar ao máximo possível da realidade dos fatos, para identificar o que aconteceu e onde a vítima pode ter sido deixada. Além de seguir os acontecimentos relatados pelos policiais envolvidos no caso e por testemunhas, a equipe de peritos também seguira o percurso feito pela viatura usada no dia do acontecimento, que foi registrado pelo GPS do veículo.

O CASO

Um vídeo que começou a circular na internet no último dia 29 mostra três policiais militares agredindo um homem, identificado apenas como um flanelinha, após ele reagir ao levar um tapa de um dos agentes da PM.

A vítima é espancada e levada para dentre de uma viatura policial. Desde então, ela não foi mais vista na área do ocorrido. Também chamou a atenção da promotoria militar o fato do homem não ter sido apresentado em nenhuma Seccional.

O acontecimento tem sido comparado ao caso Amarildo, em que um ajudante de pedreiro desapareceu após ser colocado dentro de uma viatura policial no Rio de Janeiro.

(DOL com informações de Cácia Medeiros/RBA TV)

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