A perícia que realiza nesta quinta-feira (22) a reconstituição do espancamento e suposto desaparecimento de um guardador de carros no bairro do Reduto, em Belém, iniciou no final da manhã de hoje a segunda reconstrução do caso. Os trabalhos iniciaram logo após a conclusão da primeira encenação do ocorrido, que foi baseada no depoimento de testemunhas.
A reconstituição iniciou por volta das 9h, quando os peritos seguiram o relato de policiais militares que acompanharam a ação, mas que não estavam envolvidos na agressão.
Segundo a Promotoria de Justiça Militar, duas viaturas estavam presentes no dia em que a vítima foi agredida. Uma, que havia sido acionada pelo Centro Integrado de Operações (CIOP) após moradores do local denunciarem que um homem estava causando tumultuo na rua General Henrique Gurjão, e um segundo carro, que estava fazendo ronda na área. Os policiais investigados pela agressão estavam no primeiro carro.

Os peritos iniciaram a segunda reconstituição do caso, dessa vez baseada no depoimento de um dos policiais envolvidos na agressão. (Foto: Cácia Medeiros/RBA TV)
A primeira reconstrução foi baseada no depoimento de um soldado da PM que estava na viatura que fazia a ronda. A equipe de peritos fez uma encenação do caso no local do incidente, e depois seguiu até uma praça, localizada no cruzamento da via com a avenida Marechal Hermes, onde a vítima foi supostamente liberada.
Com a conclusão da primeira etapa, os peritos voltaram à rua General Henrique Gurjão, onde iniciaram a segunda reconstrução, dessa vez baseada no depoimento de um dos policiais envolvidos na agressão, que compareceu ao procedimento de hoje.
Além dos envolvidos, estão presentes no local perítos do Instituto Renato Chaves, o promotor de Justiça Militar Armando Brasil, o deputado Carlos Bordalo, da Comissão de Direitos Humanos da Alepa e representantes das Policias Civil e Militar.
(DOL com informações de Cácia Medeiros/RBA TV)
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