O desenvolvimento dos SAFs fortaleceu o cooperativismo e expandiu a agroindústria de frutas tropicais local ao nível de exportação. Francisco Sakaguchi, presidente da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-açu (Camta), admite a simbiose: “Por aqui não existe Camta sem o SAF e nem SAF sem a Camta”. O gerente da agroindústria de frutas tropicais da cooperativa, Ivan Saiki, confirma. “O modelo de SAF de Tomé-açu está bem divulgado e dando certo porque o produtor sabe que a agroindústria compra e vai fazer a comercialização”.
“Fazer crescer os níveis de adoção das tecnologias agroflorestais entre os produtores amazônicos, treinando técnicos de vários países da Amazônia, não somente do Brasil, tem sido o principal objetivo da capacitação internacional que ocorre todo ano, desde 2007, no Pará”, informa a pesquisadora Socorro Ferreira, coordenadora do evento, promovido pela EmbrapaAmazônia Oriental.
Em 2014, o curso vai acontecer de 15 de setembro a 3 de outubro, numa parceria entre governo brasileiro e japonês por meio da Agência Brasileira de Cooperação- ABC e Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica).
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar