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Começa o estudo de navegabilidade do rio

Na tarde desta terça-feira (27), executivos da empresa R. Peotta apresentaram o Eveteia – Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica e Ambiental do Tocantins e Araguaia, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM). A ordem de serviço

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Na tarde desta terça-feira (27), executivos da empresa R. Peotta apresentaram o Eveteia – Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica e Ambiental do Tocantins e Araguaia, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM). A ordem de serviço para dar partida ao estudo ocorreu há dez dias. E esse é o primeiro evento do edital, que é o sobrevoo e as apresentações como forma de divulgação.

O ponto central do projeto é a navegabilidade do Rio Araguaia, com grandes embarcações transportando principalmente grãos e minério, com ênfase nos trechos entre Marabá e Estreito (MA), com 321 km de extensão; e do Estreito (MA) a Palmas (TO), com 475 km.

Representando a empresa Fábio Esperança, da R. Peotta, deixou claro que os estudos sobre a navegabilidade já vão impactar de maneira positiva na região e principalmente em Marabá, onde a empresa vai concentrar suas atividades inicialmente. “Vamos vir a campo para fazer pesquisas com especialistas e pessoas da comunidade. Provavelmente, a base da empresa vai ser em Marabá; vamos criar aqui um escritório, para que essa equipe de batimetria possa se instalar. É uma equipe da ordem de 30 a 40 pessoas, entre arquitetos, geólogos, desenhistas, projetistas, pessoas que lidam com equipamentos de alta tecnologia para se fazer medições”, explica Fábio Esperança.

Ainda de acordo com o especialista, a medição da profundidade para definir qual o calado existente nos vários trechos do rio vai ocorrer através do som. “Você joga uma frequência e aí vê qual é a profundidade do rio, então é possível fazer os projetos e definir as margens e canais. Daí faz-se uma série de desenhos e plantas”, explica.

A próxima etapa é a definição dos canais. “Ao mesmo tempo, estamos fazendo as reuniões participativas, ouvindo a sociedade, tudo num período de 3 a 4 meses, tanto as reuniões participativas e os levantamentos de campo. No final, já com o estudo pronto, a gente vai poder fazer 15 dias percorrendo as cidades de novo mostrando para a sociedade da região todo o estudo, com os impactos e as alternativas”, resume.

Participaram do evento representantes da Companhia de Docas do Maranhão (Codomar), Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental (Ahimor), Administração das Hidrovias do Tocantins e Araguaia (Ahitar) e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

(Diário do Pará)

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