Recentemente, um relatório feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) que deu origem ao FiscEducação, mostrou que em 2016 o Pará não terá vagas suficientes no ensino médio para a quantidade de alunos que estarão aptos a cursar esta etapa do ensino. É o maior déficit de salas de aula de todo o Brasil: 10.668 jovens paraenses de 33 municípios não poderão dar continuidade aos estudos em escolas públicas.
MUNICÍPIOS
Ao todo, 33 municípios paraenses vão sentir o maior reflexo da falta de vagas para o ensino médio em 2016, segundo o relatório. São Félix do Xingu e Santana do Araguaia são os casos mais graves no Estado. Almeirim, Afuá, Breu Branco, Chaves, Ipixuna do Pará, Ulianópolis, Portel e Rurópolis também apresentaram alto índice de déficit de salas de aula. Quase todos os municípios do Marajó mostram carência de vagas para o ensino médio.
Para avaliar a disponibilidade de vagas, o TCU fez uma projeção da quantidade de jovens que estarão na faixa etária de 15 a 17 anos em 2016 e comparou com a infraestrutura predial (número de escolas) atual e chegou ao déficit de salas de aula para atender esses jovens. Com base no Censo Escolar 2012, foi identificada a relação de escolas que ofertam o ensino médio (federal, estadual, municipal e privada). A conclusão foi que será encargo da rede estadual a oferta de salas de aula para atendimento da meta.
Leia mais informações:
Pará tem o pior índice de atraso escolar do país
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar