Mais dois médicos cubanos deixaram o programa “Mais Médicos”, do Governo Federal, revelou a Associação Médica Brasileira (AMB), nesta terça-feira (3). Eles trabalhavam no Pará e procuraram a entidade para denunciar "condições de trabalho análogas à escravidão". A AMB afirma que eles viviam sem liberdade de ir e vir.
O Ministério da Saúde informou que não comentaria as desistências antes de ter mais detalhes sobre o caso. Ainda segundo o MS, a parceria com o governo cubano prevê a reposição de profissionais em casos de abandono ou desistência.
Com as duas novas saídas, já são nove cubanos que abandonaram o programa.
(DOL)
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