plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 28°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Dinheiro do FNO ainda tem procura tímida

Dinheiro tem, até de sobra; o que falta é demanda. Dinheiro tem, até de sobra; o que falta é demanda. Para uma região que se ressente da falta de pesquisa e inovação e que precisa dramaticamente elevar o nível de conhecimento científico e tecnológico,

twitter Google News

Dinheiro tem, até de sobra; o que falta é demanda. Dinheiro tem, até de sobra; o que falta é demanda. Para uma região que se ressente da falta de pesquisa e inovação e que precisa dramaticamente elevar o nível de conhecimento científico e tecnológico, chega a ser paradoxal o aparente desinteresse pela captação de recursos para investimentos em projetos nessas áreas. Mas é exatamente isso o que vem acontecendo: desde 2012 está disponível no Banco da Amazônia, mas sem procura, uma linha de financiamento à ciência, tecnologia e inovação com acesso aos recursos do Fundo Constitucional do Norte, o FNO.

Por essa mesma época, o banco foi chamado também para atuar como agente financeiro do Inovacred, o programa de financiamento da Agência Brasileira de Inovação – Finep, que tem o objetivo de ampliar a competitividade das micro, pequenas e médias empresas

Segundo Oduval Lobato, o aporte inicial de recursos é da ordem de R$ 30 milhões, a partir de 2013, podendo chegar a R$ 80 milhões se houver demanda.

Nos encontros de avaliação promovidos pelas agências governamentais, conforme frisou o gerente do Banco da Amazônia, o que se tem evidenciado é a intensa demanda nas Regiões Sul e Sudeste do país, em captação de financiamentos para projetos de pesquisa em ciência, tecnologia e inovação. Paradoxalmente, as Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, as menos desenvolvidas do país, apresentam demanda praticamente zero.

Na tentativa de “quebrar o gelo” a fim de buscar parcerias e incentivar a apresentação de projetos, o Banco da Amazônia vem realizando, segundo ele, uma série de ações, que vão de contatos permanentes com o Parque de Ciência, Tecnologia e Inovação do Guamá até a celebração de parceria com a Universitec, a incubadora de empresas da UFPA. O banco busca também parcerias com as fundações de amparo à pesquisa das universidades da Região Norte, públicas e privadas, e contatos permanentes com as Secretarias de Ciência e Tecnologia, além de seminários de apresentação e divulgação dos programas.

Apesar de todo esse esforço para prospecções de demandas, conforme frisou Oduval Lobato, a única resposta obtida até aqui são simples consultas. Concretamente, o Banco da Amazônia só tem contratado um único projeto, no Estado do Tocantins. Esse aparente desinteresse é tanto mais surpreendente quando se leva em conta as condições extremamente favorecidas em que se processam esses financiamentos. Tanto os recursos do FNO quanto os da Finep operam com juros de 4% ao ano. “É o custo final mais baixo do dinheiro disponível no Brasil para investimento em inovação”, finalizou o executivo do Banco da Amazônia.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!