Dois policiais militares que estavam presos desde maio deste ano, acusados de envolvimento em um esquema de tráfico internacional de drogas que atuava na região de Marabá, no sudeste paraense, tiveram as prisões revogadas nesta terça-feira (24). Os dois, entretanto, continuam presos, acusados em um segundo processo.
Dhony Santos e Gildecélio Souza tiveram as prisões preventivas decretadas durante a operação Colares, realizada pela Polícia Federal, que também deteve outras 15 pessoas. A decisão pelas prisões foram feitas pelo juiz federal Heitor Moura Gomes, que depois declinou a competência sobre o inquérito, que então passou a tramitar na Justiça Estadual.
Após diversos pedidos de revogação das prisões feitos pela defesa dos policiais, o juiz Emerson Benjamin, da 4ª Vara Penal de Marabá, acatou os recursos, afirmando que houve um “conflito de competências”. Como não foi estipulada outra medida cautelar, os militares seguem livres deste processo.
Os dois policiais também são acusados de envolvimento com traficantes pela Polícia Civil de Marabá e permanecem detidos no Centro de Recuperação Anastácio das Neves, em Santa Isabel. Não há previsão se essas prisões também serão revogadas pela Justiça Estadual.
(DOL com informações de Edinaldo Sousa/Diário do Pará)
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