Um lixão no residencial Euclides Figueiredo, localizado na travessa Tavares Bastos, entre as ruas da Marinha e Rodolfo Chermont, no bairro da Marambaia, em Belém, tem tirado o sono dos moradores da região. Além do mau cheiro causado pelo acúmulo de entulho e lixo, dos roedores e mosquitos da dengue, o local também é palco de constantes assaltos. De acordo com o técnico de informática Luís Ricardo Sousa de Aracati, o lixão vem crescendo cada vez mais e nenhuma providência está sendo tomada pelos órgãos responsáveis. “Esse lixão daqui é muito antigo. Os moradores do local não cuidam do espaço e nem a prefeitura toma providências para acabar com ele. Nós já fizemos um ofício e levamos à Secretaria de Saneamento, mas nada foi feito. Pretendemos ir até o Ministério Público para fazer a denúncia, já que procuramos a prefeitura e o lixão ainda não acabou”, lamentou o técnico. Segundo os moradores, a limpeza realizada no local é superficial e, com o acumulado de entulhos e lixo, a saúde também é colocada em perigo. “Aqui tem muitos focos de dengue, insetos e ainda atrai ratos. Isso é um risco para a saúde das pessoas. A prefeitura vem aqui, faz uma limpeza superficial, durante a noite, mas é só uma capa. Eles só levam o que cabe na caçamba, e deixam o resto aí. O que sobra de entulhos, dizem que voltam para buscar e não vem”, disse Luís Ricardo. O técnico de informática também reclama dos constantes assaltos praticados na região. “Aqui é muito perigoso. Depois das 18h ninguém passa pelo local, com medo de ser assaltado. A escuridão também é um problema, pois não tem iluminação pública. E por trás da rua, fica a mata do Exército. Os bandidos que roubam no lixão, pulam o muro para se esconder da polícia”, denuncia o morador. (Diário do Pará) |
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