O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em parceria com a Secretaria Municipal de Economia (Secon), realizou no mês de junho a pesquisa onde mostra que o pescado comercializado nos mercados municipais da capital apresentou, pela segunda vez este ano, queda de preço. Entretanto, o valor ainda é considerado elevado.
No mês de junho, as maiores quedas de preços foram observadas nos seguintes tipos de pescados: arraia com queda de 19,66% passando a custar R$6,17; Pescada Gó com 17,87% passando a custar R$9,01; curimatã com 17,60% passando a custar R$8,10; dourada com 14,75% passando a custar R$10,75; pescada branca com 14,43% passando a custar 9,37; piramutaba com 13,87% passando a custar R$8,35; gurijuba com 13,08% passando a custar R$11,10; corvina com 11,43% passando a custar R$ 10; mapará com 10,12% passando a custar R$7,28; xaréu com 10% passando a custar R$8,55; bagre com 9,70% passando a custar R$6,61; pescada amarela com 9,56 % passando a custar R$17,32; filhote com 8,70% passando a custar R$19,31; pratiqueira com 6,94% passando a custar R$10,86; tucunaré com 6,41% passando a custar R$16,79 e o aracu, cação e tambaqui com quedas de 2,88 % consecutivamente R$8,77, R$ 7,77 e R$ 10,46.
Outras espécies de pescados apresentam alta de preço, como camurim com alta de 6,31% e valor de R$15; traíra com 5,43% passando a custar R$7,38 e o Pacu com 4,89% que aumentou para R$9,44.
Mesmo com a queda de preço na maioria do pescado pesquisado no mês de junho, o primeiro semestre de 2014 (entre janeiro e junho) apresentou elevações nos preços da maioria do pescado pesquisado. Segundo a pesquisa, o motivo da alta dos preços no primeiro semestre se deu de janeiro até o feriado da Semana Santa. Segundo o Diesse, a pesquisa na coleta de preços é realizada semanalmente.
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