Os batedores artesanais de açaí terão dois meses para dar entrada na licença que permite a venda legal do produto na Região Metropolitana de Belém.
Em toda a grande Belém existem cerca de sete mil batedores de açaí, mas só 2.700 são cadastrados na Associação dos Vendedores Artesanais de Açaí de Belém (Avabel) e destes, menos de 10% estão aptos a vender o produto dentro das normas de higiene estabelecidas pela legislação sanitária do Estado. Os que estão fora do padrão terão que se enquadrar e iniciar o processo de licenciamento na Divisão de Controle de Qualidade de Alimentos da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa). O prazo vai até o dia 5 de outubro.
Os cadastrados formarão novas turmas do curso de boas práticas de processamento do açaí e uso do branqueador, o aparelho que higieniza o fruto e elimina quase 100% das impurezas que contaminam o produto. O curso, que dura apenas um dia, é obrigatório para todos os funcionários dos pontos de venda. Os vendedores que não se adequarem à lei terão o estabelecimento fechado pela Vigilância Sanitária.
(DOL, com informações da Sagri)
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