plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 30°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS PARÁ

Paulo Rocha vai entrar com recurso no TSE

O candidato ao Senado Federal pela coligação Todos pelo Pará (PMDB/PT/DEM/PC do B/ PHS/PSL/PROS/PDT/PP/ PTN/PR), Paulo Rocha, do PT, classificou, em nota enviada à imprensa ontem, como uma tentativa de seus adversários de “negar meu direito de ser avaliad

twitter Google News

O candidato ao Senado Federal pela coligação Todos pelo Pará (PMDB/PT/DEM/PC do B/ PHS/PSL/PROS/PDT/PP/ PTN/PR), Paulo Rocha, do PT, classificou, em nota enviada à imprensa ontem, como uma tentativa de seus adversários de “negar meu direito de ser avaliado pelo povo do Pará” a decisão em primeiro grau anunciada na quarta-feira, 30, pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Pará negando o registro de sua candidatura. A defesa do ex-deputado confirmou que recorrerá ao Tribunal Superior Eleitoral nos próximos três dias.

O placar de 3x2 envolveu o relator do processo de impugnação - oriundo do Ministério Público Eleitoral -, desembargador Raimundo Holanda Reis, e os juízes Ezilda Pastana Mutran e Ruy Dias de Souza Filho. A favor do registro votaram os juízes Marco Antônio Lobo Castelo Branco e Mancipor Oliveira Lopes.

Na mesma nota, Rocha lembra que foi alvo de perseguição política em outros pleitos. “Foi assim em 2006, quando concorri para o cargo de deputado federal. Fui eleito e exerci o mandato até 2010. Tentaram a mesma manobra em 2010, quando disputei uma vaga ao Senado.

Disseram que meus votos não seriam contados para induzir o eleitor a não votar em mim. Os votos valeram e obtive mais de 1,7 milhão de votos. Só não fui eleito por conta da manipulação e a difusão de boatos lançados para confundir o eleitor nos últimos dias de campanha”, expôs o petista em seu posicionamento oficial.

“A decisão em primeiro grau não nos impede de fazer campanha na rua, de porta em porta, nas feiras, na televisão, no rádio e em todos os espaços previstos na legislação eleitoral”, complementou o ex-deputado federal eleito para cinco mandatos consecutivos na Câmara Federal, entre 1990 e 2006.

“O ex-deputado Paulo Rocha foi eleito deputado federal em 2006, ou seja, após renunciar à cadeira que ocupava no mesmo parlamento no ano de 2005, e exerceu o cargo entre 2007 e 2010. Portanto, é uma incoerência a aplicação retroativa de qualquer penalidade por causa dessa renúncia nesse momento, ainda mais quando já houve um mandato exercido plenamente nesse período”, detalhou o advogado do candidato, Egydio Sales, adiantando parte da argumentação a ser utilizada no apelo ao TSE.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Pará

    Leia mais notícias de Notícias Pará. Clique aqui!