Ontem pela manhã, pela segunda vez, a administradora Neucimar Notargiacomo, 38 anos, foi ao Posto de Saúde da Condor em vão. A caminhada da Passagem Conceição à Rua Lauro Malcher, com a pequena Alexandra, de um ano, no colo, frustrou Neucimar.
A intenção era conseguir para a filha, pelo menos, três doses de vacina correspondentes ao Calendário Básico de Vacinação da Criança. A informação que a administradora recebeu, no entanto, é que não havia nem vacinas, nem previsão para quando elas iriam estar disponíveis.
“É uma situação horrível porque a gente vem com criança de colo, atrás de uma coisa importante, que é para a saúde da menina, e precisa voltar pra casa sem posição nenhuma”, diz Neucimar. A administradora conta que há cerca de duas semanas já havia ido ao posto na tentativa de imunizar a filha, mas a informação era de que não havia vacinas. “O pior é que eles não dão nem previsão de quando vão voltar a vacinar, é um desrespeito com quem precisa do posto”, desabafa Neucimar.
Segundo informações de um usuário que entrou em contato com o DIÁRIO, a sala de vacinação do Posto da Condor estaria em reforma desde maio, sem previsão para conclusão das obras, o que estaria prejudicando o atendimento à população.
A reportagem buscou esclarecimentos sobre o ocorrido junto a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), por meio de sua assessoria de imprensa, mas não obteve retorno.
(Diário do Pará)
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