Continua crítica a situação dos motoristas na rodovia BR-230, a Transamazônica, na área que liga os municípios de Novo Repartimento e Pacajá, sudeste do Pará. A via permanece interditada após a queda de uma ponte, nesta terça-feira (05).
O engarrafamento na área já ultrapassa 100 quilômetros em ambos os lados da rodovia. Apenas os ônibus de linhas estão realizando o transporte de passageiros até a ponte. De lá, os passageiros são forçados a pagar uma passagem para atravessar as águas do Rio Aratáu. "Os barqueiros estão cobrando cinco reais por pessoa. É um absurdo", disse a doméstica Marilia Araújo, 45 anos, que está em viagem para Belém.

Foto: Wellington Hugles/Diário do Pará
Algumas pessoas ainda arriscam-se a passar pela estrutura da ponte que está pendurada e corre risco de cair a qualquer momento, mesmo com a proibição pela polícia. O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) informou ontem que um engenheiro foi designado para ir ao local avaliar o estado da estrutura e planejar o desvio do acesso na região.
Alguns veículos de pequeno porte têm condições de trafegar pelo desvio de uma via de acesso na entrada da Vila Maracajá, em Novo Repartimento. São cerca de 50 km dentro da mata, em uma estrada de chão em péssimas condições, que leva até a vicinal Terra Rica, localizada após a Vila Aratáu. De lá, seguem viagem pela BR-230.
(DOL, com informações de Wellington Hugles/Sucursal Tucuruí)
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