Os trabalhadores em educação de três municípios do Pará iniciaram o segundo semestre do ano letivo em greve. Entre as principais reivindicações da categoria dos municípios de Pacajá e Bom Jesus do Tocantins, no sudeste paraense, e Abaetetuba, nordeste paraense, estão piso salarial, pagamento retroativo, jornada de trabalho.
De acordo com Ana Cléa Souza, vice-coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Estado do Pará (Sintepp), no município de Bom Jesus do Tocantins, quase 100% da categoria aderiu à greve. “A educação no município parou. Além dos professores, os outros funcionários que trabalham nas escolas também estão apoiando a greve”.
A vice-coordenadora do Sintepp diz ainda que a categoria não irá recuar. “Nós tivemos uma reunião com os secretários de educação, administração e finanças, mas eles falaram que tem que aguardar o prefeito retornar de viagem para resolver. Nós não vamos recuar”, garante. Cerca de 350 trabalhadores em educação aderiram à greve, que iniciou no dia 1º de agosto.
Os municípios de Pacajá e Abaetetuba também cobram pagamento do piso salarial, com pagamento retroativo, Plano de Cargos e Carreiras, melhores condições de trabalho, licença prêmio, entre outros.
(DOL)
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