A primeira edição do DIÁRIO DO PARÁ chegava às ruas no dia 22 de agosto de 1982, tendo como manchete “Eleição Limpa”, com todo o peso de um periódico que nascia sob a égide política, comprometido com a redemocratização do país e a eleição de Jader Barbalho ao governo do Estado; e a jornalística, sendo inovador na forma e no conteúdo.
Trinta e dois anos se passaram. O objetivo político foi cumprido e, ao longo das décadas, o jornal foi obtendo mudanças importantes e decisivas na área editorial e estrutural. Hoje, o DIÁRIO é um jornal maduro, consagrado pelos leitores e líder inconteste de mercado, com reconhecimento internacional. A receita é uma só: a busca constante pela inovação, sempre trazendo aos seus leitores o que há de melhor e mais moderno no mundo nas áreas editorial e tecnológica.
Mais do que comemorar 32 anos de existência, atingir essa idade exige reflexão e responsabilidade de ser hoje o jornal líder em leitores no Pará e principal veículo de divulgação dos avanços, desafios e mazelas que fazem do Pará ainda um Estado de muitos contrastes.
Foi graças ao empreendedorismo do jornalista Laércio Barbalho, mentor do projeto, que o DIÁRIO se tornou hoje um jornal editorialmente antenado e se situa entre os mais modernos jornais impressos em todo o Norte e Nordeste do país, sendo líder de mercado no Pará, demonstrando o sucesso inequívoco entre leitores e anunciantes.

Diário foi criado graças ao empreendedorismo de Laércio Barbalho (Foto: Arquivo)
A última pesquisa do Ibope, realizada em junho de 2012, na grande Belém, apontou o DIÁRIO como líder absoluto em índice de leitura, superando em 172 mil leitores os dois jornais concorrentes. O jornal aparece com mais de 60% de participação de mercado de leitores habituais (que não leem o jornal diariamente), o maior número obtido em toda a série histórica do Ibope. Além disso, o DIÁRIO ultrapassou 280 mil leitores diários, ou seja, os que leem jornal todos os dias da semana.
PESQUISA
De segunda a sexta-feira e também aos finais de semana, o DIÁRIO não é apenas o mais lido do Estado. É também um dos mais lidos do Brasil, ficando no mesmo patamar de grandes publicações nacionais, como a Folha de São Paulo, segundo a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, que divulgou, em março a Pesquisa Brasileira de Mídia - Hábitos de Consumo de Mídia pela População Brasileira, que lista o ranking dos veículos (televisão, rádio, internet, jornal impresso, revista impressa e veículos públicos estatais) mais lembrados pelos brasileiros em termos de percentual da população.
O DIÁRIO foi apontado, dentre mais de 18 mil entrevistados de 848 municípios de todas as regiões brasileiras, como o 11º mais lido por homens e mulheres entre segundas e sextas-feiras, deixando pra trás grandes e tradicionais publicações como o Correio Braziliense (DF) e O Estadão (SP). O DIÁRIO é também o 8º na preferência dos entrevistados aos finais de semana, desbancando mais uma vez os dois concorrentes já citados e ainda o Diário Gaúcho (RS) que, na lista anterior, aparece entre os cinco mais lidos.
Ao chegar ao DIÁRIO, com apenas 21 anos, em 1998, Jader Filho encontrou um jornal com 16 anos de vida. Com o fôlego de um administrador de empresas iniciante, se deparou com um quadro difícil. Naquela época, o jornal tinha somente 4% de participação no mercado. Dezesseis anos depois tudo mudou. A liderança de mercado de jornais impressos no Pará vem desde 2006. Nesses últimos oito anos o jornal trabalha incansavelmente para se manter nesse patamar, ampliando ainda mais a participação de leitores.
“O segredo desse sucesso é um só: muito trabalho e de equipe. Procuramos incansavelmente nos qualificar, inovar e investir. Sempre. Dessa forma fomos nos transformando. Em 2006 o DIÁRIO já detinha mais de 60% de participação no mercado, numa das maiores viradas mercadológicas que o Pará já assistiu”, rememora Jader Barbalho Filho diretor-presidente do jornal.
Em dezembro de 2010 o DIÁRIO alcançava a expressiva marca de 1 milhão de leitores (cobertura máxima do jornal, ou seja, de leitores que no mês leram o jornal pelo menos uma vez) de acordo com pesquisa do Ibope. “Mudamos por completo o jornal editorialmente e tecnologicamente. Os leitores e anunciantes acreditaram nas nossas propostas e se juntaram a nós, colocando onde estamos hoje”, destaca Jader.
Nascido com o propósito de eleger Jader Barbalho governador num momento delicado da política paraense, a aposta era que o DIÁRIO seria efêmero e acabaria após a campanha. “O sonho do meu avô Laércio Barbalho era sólido. Pegamos seus ideais e transformamos um jornal com forte viés político num grande veículo de comunicação, líder absoluto no mercado em impressos do Pará hoje. O sonho continua”, afirma.
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(Diário do Pará)
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