A geração de empregos formais em Belém e região metropolitana segue praticamente estagnada. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), em julho foi registrado um pequeno crescimento de 0,03%, equivalente a 94 postos de trabalho. Foram feitas no período 10.562 admissões contra 10.468 desligamentos.
Para se ter uma ideia da estagnação, em julho do ano passado, na Grande Belém foi registrado um saldo positivo de empregos formais bem maior que o verificado este ano: ao todo, foram feitas 11.833 admissões contra 10.360 desligamentos, gerando um saldo positivo de 1.473 postos de trabalhos.
As análises do Dieese mostram ainda que em julho quem mais contratou foi o aetor da construção civil, com saldo positivo de 460 postos de trabalhos. Os trabalhadores do setor, no entanto, seguem reivindicando melhorias no salário e cesta básica da categoria.
O setor da Indústria de Transformação, com saldo positivo de 162 postos de trabalhos, e o Setor Serviço (97 novos empregados) também ajudaram a aumentar o número de novos trabalhadores com carteira assinada. O destaque negativo no mês foi o Setor Comércio, com perda de 562 postos de trabalho.
Nos últimos doze meses, segundo o Dieese, o crescimento no número de empregos é de apenas 1%. No período, foram feitas 147.186 admissões contra 143.669 desligamentos, gerando um saldo positivo de 3.517 postos de trabalhos.
(DOL, com informações do Dieese/PA)
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