Na escola Plácido de Castro, a fiação elétrica causa preocupação entre os gestores, as instalações antigas queimam equipamentos e outras improvisadas colocam em risco a vida dos colaboradores e dos próprios alunos. A professora Auxiliadora Azevedo acompanhou a equipe durante a visita em locais como o auditório, que está trancado e sem uso, devido ao abandono da obra de reforma e o local onde foi iniciada a construção da quadra esportiva, lá os riscos são grandes de um acidente, devido a presença de buracos profundos, resultado do trabalho inicial da obra.
Durante visita na escola Pedro Álvares Cabral, a direção chegou a mostrar o local onde estão armazenadas 10 centrais de ar que foram adquiridas com esforço próprio e não chegaram a ser instaladas por problemas elétricos.
Outras escolas como Pedro Álvares Cabral, José de Alencar, Onésima Pereira de Barros, Richard Hennington, Álvaro Adolfo da Silveira e Dom Tiago Ryan também foram visitadas pela equipe e encontram-se com obras das quadras paralisadas, algumas com vergalhões de ferro expostos e outros perigos como pedras, e restos de materiais de construção, que podem causar acidentes.
Na escola José de Alencar, uma aluna que não quis se identificar chegou a cortar o pé no momento em que a equipe visitava a escola. Muitas instituições têm placas fixadas com datas de início e término das obras que estão defasadas. Algumas, como é o caso da escola Dom Tiago Ryan e Onésima Pereira de Barros, a placa informa a conclusão da obra no final do ano passado.
A reportagem tentou contato com o diretor da 5ª Unidade Regional de Ensino de Santarém, professor Dirceu Amoedo, e por telefone ele informou que não vai se pronunciar sobre o assunto, mas confirmou que as obras das escolas estão paradas e não soube informar sobre previsão de retorno.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar