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Sintepp cobra conclusão de reformas nas escolas

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) na próxima quarta-feira (17) na Assembleia Estadual avaliará coletivamente os principais pontos discutidos na última reunião entre sindicalistas e secretariado do governo. Na mesa de nego

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O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) na próxima quarta-feira (17) na Assembleia Estadual avaliará coletivamente os principais pontos discutidos na última reunião entre sindicalistas e secretariado do governo. Na mesa de negociação a categoria cobrou, principalmente, pelas reformas das escolas, Plano de Cargos Carreiras e Remuneração Unificado (PCCR) e pagamento de retroativo. A paralisação irá ocorrer no Largo do Redondo, na Avenida Nazaré, às 9h.

Uma das campanhas sociais do Sindicato é a cobrança por reformas nas escolas públicas. De acordo com a Coordenadora de Finanças do Sintepp, Conceição Holanda, cerca de 220 escolas estão em processo de reforma, mas a maioria está com as obras paradas há anos.

Outras 50 serão reformadas quando ocorrer a liberação de recursos por parte do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Para Holanda, os alunos não podem ficar em sala de aula na situação em que elas se encontram. “Mesmo que tenhamos que esperar esta liberação, isto não impede que façamos reformas emergenciais, como na Escola Princesa Isabel (Ananindeua), que está em situação degradante”, desabafa.

A categoria também exigiu que fosse publicado no portal online da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) o andamento das reformas escolares com valor da obra e prazo de entrega. Apesar de o acordo ter sido feito com o governo, até o momento nada foi postado no site. “Este acordo foi feito assinado no Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE), mas até agora não houve qualquer publicação sobre o assunto”, disse a coordenadora.

Já para as demais campanhas pautadas pela categoria, está o PCCR Unificado, no qual o governo ainda não enviou ao Poder Legislativo um projeto de lei para agregar a garantia de direitos também para professores, técnicos, secretaria, serviços gerais e copeiras. E mais o pagamento retroativo do piso salarial referente a 2011, que é pago em parcelas a cada quatro meses. O Coordenador Geral do Sintepp, Williams Conceição, conta que o pedido é a diminuição do tempo de pagamento para, pelo menos, a cada dois meses. “O pagamento é feito a cada quatro meses, se continuar assim, tudo será pago só daqui a quatro anos”, conclui.

Segundo Holanda, as tentativas de negociação vêm ocorrendo desde o primeiro semestres deste ano. Após várias tentativas, mais uma vez a categoria irá paralisar as atividades para decidir quais os próximos passos serão tomados. “Estamos tentando negociar para não fazer greve”, explica.

O Diário do Pará tentou contato com a Seduc por telefone e e-mail, mas não houve resposta até o fechamento desta edição.

(Diário do Pará)

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