Sem estar presente no 3º Tribunal do Júri de Belém, Benardino Colares Nunes, foi condenado, na noite desta quarta-feira (17), como um dos executores do ex-deputado estadual Jose Nassar Neto. O crime ocorreu em 1997.
No julgamento realizado desde às 9h, a sentença foi de 25 anos, mas reduzida para 20 anos e dez meses de prisão, em regime inicial fechado, pelo fato dele ter confessado o crime na época. O outro réu, Daniel da Silva, foi absolvido.
Um terceiro acusado, Francisco Dias Cardoso, que também seria julgado hoje teve o júri adiado para o dia 9 de outubro, a pedido do advogado Américo Leal, que promove a defesa do réu. Também será julgado nessa sessão Manoel do Socorro de Melo Barreto, conhecido como Ripa, suposto amante da viúva do ex-parlamentar, Márcia Nassar, acusada de mandante do crime. A viúva será julgada em sessão marcada para o dia 27 de novembro.
O CRIME
O ex-deputado estadual José Nassar Neto foi morto no interior da residência em 30 de maio de 1997. Dois indivíduos invadiram a casa do parlamentar, localizada no Conjunto Maguari, e após dominarem o caseiro efetuaram dois tiros de arma de fogo atingindo a cabeça da vítima.
Os dois executores, Bernardino e Francisco, presos logo após, confessaram o crime. A versão deles é que o crime teria sido encomendado pela mulher da vítima, Márcia da Silva Nassar, e o amante, Manoel do Socorro de Melo Barreto.
(DOL)
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